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O que é?

A categoria de doenças conhecidas como perturbações do movimento engloba condições de origem neurológica que interferem no controlo dos movimentos corporais, causadas por alterações de sistemas como os núcleos da base, córtex cerebral e cerebelo.

Movimentos involuntários são movimentos anormais excessivos e que não podem ser controlados pela vontade do indivíduo. São conhecidos como hipercinesias e incluem tremores, distonias, coreias, balismos, mioclonias e combinações variadas entre eles. Há várias causas para o distúrbio do movimento. Elas podem ser definidas clinicamente por meio de exames ou de caracterização eletrofisiológica (eletroneuromiografia).

As causas dessas perturbações são as mais variadas possíveis, podendo ser idiopáticas (sem causa definida, também chamadas de primárias), secundárias (por fatores ambientais, como acidentes, inflamações, infeções, uso de medicações, uso de drogas e outros), degenerativas (ocorrendo durante doenças em que ocorre uma degeneração cerebral, como a doença de Parkinson), e genéticas.

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica degenerativa e progressiva, que ocorre quando as células nervosas (neurónios) de uma zona do cérebro denominada por substância negra ficam comprometidas ou morrem. Estas células produzem uma substância química denominada por dopamina, que facilita a coordenação dos músculos corporais e do movimento.

Sintomas

  • Presença de Tremores

  • Rigidez Muscular

  • Lentidão dos Movimentos

  • Alterações de Sono

  • Perturbações na Fala

  • Expressão Facial Apagada

  • Dificuldade em Cuidar de Si Próprio

  • Depressão ou Ansiedade

  • Perturbações da Memória

Tratamento

Os tratamentos farmacológicos têm eficácia comprovada e constituem a primeira opção para o tratamento da Doença de Parkinson. Porém, esta terapêutica nem sempre é suficiente para cobrir todos os problemas motores e não motores associados à progressão da doença. Face a esta limitação, os tratamentos não farmacológicos, como é o caso da reabilitação, têm vindo a desenvolver-se e a assumir uma importância cada vez maior no tratamento desta doença.

As linhas orientadoras clínicas atuais para a Doença de Parkinson reconhecem o papel da reabilitação como meio de melhorar a funcionalidade dos doentes e de os ajudar, assim como aos familiares, a lidar com os problemas e com as limitações funcionais associados à doença.

  VALÊNCIAS

  • Neurologia

  • Psiquiatria

  • Fisiatria

  • Terapia da Fala

  • Terapia Ocupacional

  • Neuropsicologia

  • Psicologia

  • Recuperação Física

  • Fisioterapia

  • Nutrição

  MÉTODOS DE INTERVENÇÃO

  • Neurofeedback

  • Treino de AVDs

  • Terapia Miofascial Orofacial

  • Treino de Deglutição

  • Treino de Marcha

  • Treino de Fala e Fluência Discursiva

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