Acidente Vascular Cerebral

A reabilitação da marcha em vítimas de AVC

Após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), a pessoa poderá sofrer de diferentes sequelas, de entre as quais distúrbios nos movimentos, alterações de sensibilidade, dificuldades em algumas funções mentais, défices de perceção, alterações de linguagem. Muitos destes doentes passam a depender de cuidadores, ficando assim limitados na realização de várias atividades, sendo uma das mais afetadas a marcha.

Em pacientes vítimas de AVC, a recuperação da marcha pode ser difícil, exigindo a reabilitação de vários mecanismos.

Um estudo recente de Morais et al (2018) publicado na Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, mostra-nos a importância da reabilitação da marcha e os tratamentos que melhoram efetivamente a marcha de pacientes acometidos por AVC.

Segundo este estudo, várias são as formas de tratamento para a marcha de pacientes que sofreram AVC, de entre elas destaca-se a passadeira com suporte parcial de peso corporal. Também são realizados exercícios passivos, ativos e assistidos, dependendo do grau de comprometimento físico, com o objetivo de fortalecer os membros debilitados e modular o tónus muscular.

Este estudo concluiu que os doentes vítimas de Acidente Vascular Cerebral devem ser encaminhados o quanto antes para tratamentos de reabilitação, inclusivamente para treino de marcha, associando diversas formas de tratamentos, prevenindo desta forma o sedentarismo e o comprometimento funcional de membros, melhorando assim a qualidade de vida dos pacientes.

No CERmudança dispõe de uma equipa multidisciplinar que o ajudará na reabilitação pós-avc, nomeadamente na recuperação da marcha. Poderá contar com o apoio de neurologia, fisiatria, fisioterapia e recuperação física.

“A distância não é nada;
é apenas o primeiro passo que é difícil.”

Marquise du Deffand

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2018-12-10T14:39:27+00:00
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