A importância do exercício físico na Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson (DP) é uma das doenças degenerativas mais frequentes do sistema nervoso central. Apesar de a etiologia ser incerta, a Doença de Parkinson parece estar associada a distúrbios genéticos e a fatores ambientais e está invariavelmente associada a manifestações motoras.

Nos últimos anos, muitos têm sido os avanços no tratamento da Doença de Parkinson que, apesar de não conseguir evitar a progressão implacável desta doença, garante um avanço mais lento dos sintomas de Parkinson.

A par do tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico, o exercício de fisioterapia tem contribuído para melhorar os sintomas motores da doença como a rigidez, o desequilíbrio, as quedas, os bloqueios de marcha, promovendo assim uma melhor qualidade de vida. Os benefícios da reabilitação física têm sido comprovados em vários ensaios clínicos, que descrevem diferentes exercícios, confirmando a eficácia da fisioterapia com adjuvante no tratamento da DP.

Por este motivo, associado ao tratamento farmacológico, o doente de Parkinson deve ser encaminhado para cuidados terapêuticos, como sendo a fisioterapia.

A reabilitação física deve incluir exercícios motores, como o treino de marcha (sem e com estímulos externos), o treino de atividades da vida diária, técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios.

Especificamente, a intervenção de fisioterapia deve incluir estímulos que facilitem os movimentos, o início e a continuação da marcha, o aumento do tamanho dos passos e a redução da frequência e intensidade dos bloqueios. Deve ser promovido o treino de equilíbrio e implementadas tarefas ativas de reforço muscular.

O exercício físico deve ter como objetivo melhorar a função do movimento, como levantar, andar, sentar, a redução do tremor e das quedas.

Infelizmente, nem todos os doentes de Parkinson são encaminhados para fisioterapia. No entanto, o exercício físico melhora não só a função motora, mas também a emocional, pois os doentes sentem-se mais seguros e autoconfiantes com o aumento da força e da destreza.

Por este motivo, na CERmudança promovemos o exercício físico na Doença de Parkinson realizado por profissionais qualificados, de forma individual e em espírito de grupo.

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“I have no choice about whether or not i have Parkinson’s. I have nothing but choices about how i react to it. In those choices, there’s freedom to do a lot of things in areas that i wouldn’t have otherwise found myself in.”
Michael J. Fox

2019-01-25T10:29:24+00:00
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